Revista Justiça Eleitoral em Debate

Ela continua atraente, enxuta e suscetível a pontos de vista ousados, surpreendentes e inovadores. Mas vai ficar cada vez mais rigorosa, erudita e exigente com seus colaboradores. A revista JUSTIÇA ELEITORAL EM DEBATE passa, neste ano, por uma profunda reformulação editorial que busca transformá-la em periódico capaz de divulgar aos leitores contribuições científicas de alto nível sobre o Direito Eleitoral e os direitos de cidadania.

Para isso, também definimos a nossa missão: Disseminar conhecimento sobre os Direitos e Garantias Fundamentais através do efetivo exercício dos Direitos Políticos previstos na Constituição Federal.

Acreditamos que as transformações da revista JUSTIÇA ELEITORAL EM DEBATE a aproximam do espírito que levou à criação da  primeira Escola Judiciária da Justiça Eleitoral, que nasceu de proposta apresentada em 13 de agosto de 2002 pelo ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira, em sessão do Plenário do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília-DF.

A Resolução TSE 21.851/2002 concebia a EJE-TSE com a atribuição de desenvolver e difundir a cidadania, a democracia e o significado do Direito Eleitoral, além de atuar no constante aperfeiçoamento dos magistrados, servidores e demais profissionais da área eleitoral.

Também no Rio de Janeiro, a Resolução TRE-RJ nº 562 criava a Escola Judiciária Eleitoral-RJ, em 5 de maio de 2003, com o mesmo compromisso de promover e elevar o debate sobre a cidadania, contribuindo ainda com a formação, atualização e especialização continuada ou eventual de magistrados da Justiça Eleitoral, membros do Ministério Público Eleitoral, servidores do TRE-RJ e demais operadores do Direito Eleitoral.

A revista JUSTIÇA ELEITORAL EM DEBATE procura então se manter à altura desses compromissos com a cidadania, o debate democrático e com as oportunidades de conhecimento e aperfeiçoamento pessoal oferecidos pela pesquisa científica. Acima de tudo, a revista reinventa-se para atender às expectativas do qualificado público formado pelos operadores do direito eleitoral, área onde o debate erudito forma um guia poderoso para quem se aventura a navegar nas oscilantes correntezas da política nacional."

 

 

Para submissão envie seu artigo para o email: artigos.eje@gmail.com

Serão aceitos resumos expandidos com ao menos 5 laudas.

Os autores devem enviar também por email o Resumo, o Abstract, as palavras-chaves e um breve curriculo.

 

NORMAS DE SUBMISSÃO:

I - Diretrizes para Autores

A Revista JUSTIÇA ELEITORAL EM DEBATE aceita submissões em fluxo contínuo de artigos inéditos, em cinco idiomas: português, espanhol, francês, inglês e italiano. No ato da submissão de um artigo, a identificação do(s) autor(es) e a filiação institucional completa serão preenchidas em espaços próprios do sistema e não devem constar do corpo do texto, o qual será enviado para avaliação cega dos pares. Tampouco se aceitam quaisquer outras referências que permitam ao avaliador inferir indiretamente a autoria do trabalho. As informações autorais serão registradas à parte e acessadas apenas pelos editores. Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

REGRAS para submissão de artigos:

1- Fonte Times News Roman, corpo 12, entrelinha 1,5.

1.1- Sugere-se como texto ideal aquele redigido no intervalo de 4.200 a 7.000 caracteres com espaços (3 a 5 laudas). Será aceito maior número de páginas, caso necessário para melhor exposição de ideias, mediante aprovação do Conselho editorial.

1.2- Margens: Superior e Esquerda igual a 3cm; Inferior e Direita igual a 2cm;

1.3- O idioma de publicação pode ser : português, inglês , espanhol, francês ou italiano.

1.4- O texto deve procurar evitar o uso sexista da linguagem (sugere-se acessar manual de orientação no endereço: https://bit.ly/2unLXuf).

2- Carta de apresentação em campo especificado no formulário:

2.a) Título do trabalho;

2.b) Dados pessoais e acadêmicos do autor ou autores (nome, endereço para correspondência, telefone, endereço eletrônico, titulação acadêmica mais alta, instituição de vinculação, área de atuação, referências às últimas duas publicações ou publicações mais relevantes, título da pesquisa em desenvolvimento), na ordem a figurar na publicação;

3- Documento a ser anexado, sem menção de autoria e em formato word (doc, docx ou rtf), com:

3.a) Título do trabalho;

3.b) Resumo em português e inglês (abstract) e na língua de origem em até 10 linhas, com no máximo 200 palavras em cada;

3.c) Seleção de 3 a 6 palavras-chave, formadas por expressões de no máximo 3 termos, redigidas no idioma de origem, em português e inglês.

4- Títulos e subtítulos das seções numerados em algarismo arábico, na seguinte formatação:

4.1- Título em caixa alta e negrito;

4.2- Subtítulos das seções em negrito com somente a primeira letra maiúscula.

4.3- Não deve haver quebra de página entre os subtítulos das seções

4.4- Notas de rodapé devem conter apenas informações complementares, sem serem muito extensas, com fonte Times New Roman 10.

5- Referências bibliográficas devem obedecer às normas atualizadas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), de acordo com os exemplos abaixo:

5.1- Para livros: TERRA, J.C.C. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial - uma abordagem baseada na aprendizagem e na criatividade. São Paulo: Negócio Editora, 2000. Obs.: o título de livro ou de artigos pode ser em itálico.

5.2- Para artigos: MARTINS, R.P.; ARAUJO-LIMA, C. O. desenvolvimento da Ecologia no Brasil. Infocapes, v. 8, n. 2, 2000, p. 81-85.

5.3- Para teses acadêmicas: VASCONCELOS, M. C. L. Cooperação universidade/empresa na pós-graduação: contribuição para a aprendizagem, a gestão do conhecimento e a inovação na indústria mineira. Tese de doutorado. Escola de Ciência da Informação, 2000, Universidade Federal de Minas Gerais.

5.4- Para documentos eletrônicos: VARGAS, R. T. Reflexões sobre a integração universidade-empresa estudo de caso: mestrado profissionalizante. Disponível em:
<http:www.geocities.com/anpgbr/ mestp.html>. Acesso em: 30 set. 2001.

5.5- Textos formatados fora das Normas da ABNT não serão aceitos pela Comissão Editorial.

II - Diretrizes para os avaliadores

Os pareceristas devem avaliar nos artigos os seguintes aspectos:

Qualidade do texto (gramática, estilística, vocabulário, linguagem científica, clareza das ideias, deduções adequadas às premissas, apropriada utilização de citações e correta aplicação das normas da ABNT – sistema autor-data (onde se inclui o resumo, o título e as palavras-chave);

Domínio da literatura científica;

Atualidade do tema;

Relevância da contribuição para o debate eleitoral;

Pertinência da escolha e correta aplicação da metodologia;

Originalidade ao abordar o tema;

Consistência e rigor da abordagem;

Abordagem clara e coerente ao longo do texto e nas considerações finais.

Em atendendo esses critérios, os avaliadores deverão recomendar a aceitação integral do texto. Caso contrário, o avaliador poderá recusar o artigo ou sugerir modificações para nova avaliação. Nesse caso, a Comissão Editorial encaminhará as sugestões de reformulações ao autor. Se for reformulado, atendendo a todas as observações dos pareceristas, o artigo poderá ser novamente submetido à avaliação pelo site da revista, não necessitando de novos pareceres.

Declaração de Direito
Autoral Ao submeter os originais do artigo para a Revista JUSTIÇA ELEITORAL EM DEBATE, os autores transferem os direitos de publicação impressa e digital. Os direitos autorais para os artigos publicados são do autor, com direitos da revista JUSTIÇA ELEITORAL EM DEBATE sobre a primeira publicação. Os autores somente poderão utilizar os mesmos artigos em outras publicações indicando claramente a revista JUSTIÇA ELEITORAL EM DEBATE como o meio da publicação original. É permitido o uso gratuito dos artigos em aplicações educacionais, científicas, não comerciais, desde que citada a fonte.

Ao submeter um artigo para publicação na Revista JUSTIÇA ELEITORAL EM DEBATE, portanto, o autor concorda com os seguintes termos:

1. O autor mantém os direitos sobre o artigo, mas a sua publicação na revista implica, automaticamente, a cessão integral e exclusiva dos direitos autorais para a primeira edição, sem pagamento.

2. As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões da revista.

3. Após a primeira publicação, o autor tem autorização para assumir contratos adicionais, independentes da revista, para a divulgação do trabalho por outros meios, desde que feita a citação completa da mesma autoria e da publicação original.

4. O autor de um artigo já publicado tem permissão e é estimulado a distribuir o seu trabalho online, sempre com as devidas citações da primeira edição.

Política de Privacidade
Os nomes e endereços informados serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros. O endereço solicitado diz respeito ao endereço profissional, ou seja, o endereço da instituição a que o(s) autor(es) estão vinculados.

“Reforma Eleitoral Brasileira: Expectativas de Avanços”. O objetivo é reunir artigos em torno de eixos temáticos como legitimidade do processo eleitoral e democracia digital; legislação eleitoral e o processo democrático; Legislação eleitoral, poder e democracia; Instituições políticas e legislação na democracia digital.

O Dossiê “Reforma Eleitoral Brasileira: Expectativas de Avanços” visa, portanto, a apresentar aos leitores contribuições teóricas e conceituais em alto nível em torno das mudanças legislativas iminente num ambiente de competição eleitoral em que as escolhas do eleitor ocorrem cada vez mais em interação pelas redes sociais e as questões políticas remetem à democracia digital, aos direitos do e-cidadão.

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Serão aceitos resumos expandidos com ao menos 5 laudas.

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Edições Anteriores:

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 10 - Número 2 - Agosto à Dezembro de 2020

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 10 - Número 1 - Janeiro à Julho de 2020

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 9 - Número 2 - Julho a Dezembro de 2019

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 9 - Número 1 - Janeiro a Julho de 2019

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 8 - Número 2 - Julho a Dezembro de 2018

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 7 - Número 3 - Setembro a Dezembro de 2017

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 7 - Número 2 - Maio a Agosto de 2017

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 7 - Número 1 - Outubro de 2016 a Abril de 2017

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 6 - Número 3 - Julho a Setembro de 2016

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 6 - Número 2 - Abril a Junho de 2016

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 6 - Número 1 - Janeiro a Março de 2016

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 5 - Número 4 - Outubro a Dezembro de 2015

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 5 - Número 3 - Julho a Setembro de 2015

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 5 - Número 2 - Abril a Junho de 2015

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 5 - Número 1 - Janeiro a Março de 2015

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 4 - Número 3 - Outubro a Dezembro de 2014

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Volume 4 - Número 2 - Julho a Setembro de 2014

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Edição 8 - Ano 4 - Fevereiro de 2013 a Junho de 2014

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Edição 7 - Ano 3 - Novembro a Janeiro de 2013

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Edição 6 - Ano 2 - Agosto a Outubro de 2012

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Edição 5 - Ano 2 - maio a julho de 2012

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Edição 4 - Ano 2 - fevereiro a abril de 2012

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Edição 3 - Ano 1 - novembro a janeiro de 2012

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Edição 2 - Ano 1 - agosto a outubro de 2011

Revista Justiça Eleitoral em Debate - Edição 1 - Ano 1 - maio a julho de 2011